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Marketing agro que fala a língua do campo

Máquina, implemento, insumo e serviço para o produtor pedem uma comunicação que entende safra, feira e chão de fazenda. A gente faz a marca do agro do interior falar com credibilidade, no calendário certo e com o mesmo capricho que o setor exige.

// como a desigual opera

Como a gente opera essa vertical

01

Calendário no ritmo da safra

Feira, dia de campo, feirão de máquina, power safra. A comunicação do agro tem estação, e a gente planeja o conteúdo e a mídia no calendário do setor para a marca aparecer quando o produtor está decidindo a compra.

02

Conteúdo técnico que gera confiança

Boletim de tecnologia, catálogo de produto, depoimento de cliente e vídeo de campo. Conteúdo que respeita a inteligência de quem entende de máquina e insumo, sem infantilizar o produtor.

03

Eventos do setor e ações de campo

Estande de feira, ação de PDV, show room móvel e feirão de vendas. A gente produz o evento do setor de ponta a ponta, do KV ao vídeo de bastidor.

04

Marca e materiais para expansão de loja

Nova unidade, nova região. Fachada, backdrop, totem, kit de inauguração e a identidade completa que faz a revenda chegar com cara de líder em cada cidade nova.

05

Employer branding rural

Manual do colaborador, comunicação de vagas, informativo interno e a marca empregadora que ajuda a revenda do agro a atrair e segurar gente boa no interior.

// perguntas que respondemos

Perguntas que a gente responde

Marketing para o agronegócio tem uma regra que quem é de fora ignora: o campo compra no ritmo da safra e decide em feira e dia de campo, não no feed. A desigual construiu a vertical agro atendendo quem vende para o produtor, e planeja marca, conteúdo e mídia no calendário do setor, com a linguagem técnica que a máquina e o insumo exigem.

A prova

No agro a desigual opera a conta completa de uma revendedora de máquinas e implementos do interior: da fachada da nova loja ao vídeo de dia de campo, do feirão de vendas ao manual do colaborador. É comunicação corporativa de ponta a ponta para uma marca que fala com o produtor e com o parceiro.

O case público da vertical é o PrimeBoi, da cadeia da carne. E os números da desigual valem para qualquer setor: 22 anos de estrada, cerca de R$12 milhões em verba de mídia gerida por ano e mais de 25 clientes ativos. Para ir fundo, veja o hub de respostas sobre agro e indústria.

PrimeBoi

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PrimeBoi

Comunicação para a pecuária com a seriedade que o agronegócio exige, longe do clichê de chapéu e viola.

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Perguntas frequentes

Vocês atendem revenda de máquina, cooperativa e indústria de insumo?

Sim. A vertical agro da desigual foi construída atendendo quem vende para o campo, de máquina e implemento a pneu, peça, insumo e serviço. A comunicação muda conforme o produto, mas o cuidado com o calendário do setor e a linguagem técnica é o mesmo.

O que muda no marketing do agro em relação a outros setores?

O calendário. O agro compra no ritmo da safra e decide em feira e dia de campo. Quem ignora isso queima verba fora de hora. A gente planeja conteúdo e mídia para a marca aparecer no momento em que o produtor está decidindo.

Vocês fazem a comunicação de uma nova loja ou região?

Fazemos, e é uma das coisas que a casa mais entrega no agro. Identidade da nova unidade, fachada, materiais de inauguração, tráfego com segmentação geográfica e a campanha que apresenta a marca em cada cidade nova.

Além de campanha, vocês cuidam da comunicação interna?

Sim. Manual do colaborador, informativo, comunicação de vagas e employer branding rural fazem parte do que entregamos. No agro do interior, atrair e segurar gente boa é tão estratégico quanto vender máquina.

Sua marca aparece na próxima feira?

A gente planeja a comunicação no calendário da safra para você chegar na frente. Chama a gente no WhatsApp.

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